O mundo está ao contrário e ninguém reparou

Ou talvez tenha reparado sim. Mais que reparar, acredito que estejamos todos sentindo na pele os muitos dias de distanciamento social (para...

quarta-feira, 17 de junho de 2020

O mundo está ao contrário e ninguém reparou

Ou talvez tenha reparado sim. Mais que reparar, acredito que estejamos todos sentindo na pele os muitos dias de distanciamento social (para mim já se vão 90 dias) e os desafios que esse momento nos impõe. 

Cada um de nós está vivenciando e sendo afetado por esse momento de uma forma, não é mesmo? E por falar em ser afetado, penso nos nossos afetos... Que esse distanciamento seja físico apenas, e não afetivo, emocional. Cuidar de quem amamos é manter distância física se possível, mas manter também o coração aquecido.

Alguns amigos estão produzindo, dedicando-se a projetos pessoais, qualificando-se por meio de cursos online... Outros estão se permitindo viver o ócio diante de tantas incertezas. Alguns mais conectados, outros menos. Há também que esteja muito, muito cansado. Eu diria que até exausto emocionalmente. Há quem esteja se dedicando a seu lar, às pessoas com quem convive, aos seus pets, a suas plantinhas. E há também que infelizmente precisa se expor, com coragem, trabalhando nos serviços essenciais ou lá na linha de frente no serviço de saúde. Que delícia é saber que não há uma maneira padrão de viver o distanciamento social imposto por essa pandemia... Já pensou ter que sucumbir ao peso de se enquadrar, justamente diante de algo para o qual ninguém de nós tem a resposta? Respire, busque força e serenidade. Vai passar. 

Enquanto isso, também sigo aqui, dias melhores e outros nem tanto. Dias de produzir, dias em que a necessidade de uma pausa se faz sentir e é atendida. Afinal, tudo está meio ao contrário, não é mesmo? 

Em dias ditos normais, nesse exato momento haveria corre corre e gritos de crianças se fazendo ouvir à minha volta. Não são dias normais. E o normal não vai voltar (afinal o normal é grande parte do problema, mas talvez eu fale disso depois). Então por que não retomar esse espaço que ficou abandonado há algum tempo e fazer dele uma possibilidade? Vamos lá... 

Só pra constar, criei esse blog lá nos idos de 2012 (sim, faz tempo!) e não vou apagar as postagens antigas para começar tudo de novo. Sabe o que é? Isso também é parte da minha própria história! Sim... Parte do caminho que me trouxe até aqui. Sigamos todos nos cuidando e cuidando daqueles que amamos. 

Se puder, fique em casa! Se sair, use máscara! 

Abraços à distância...

Vanessa Alves

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Na onda do Software Livre

Atualmente sou professora na rede municipal de Belo Horizonte. Como alguns colegas sabem, estou na coordenação pedagógica da escola onde trabalho. No sábado passado, dia 15/06, o grupo de professores do segundo turno teve a oportunidade de realizar uma breve oficina de informática aplicada à educação. Confesso que diante de tantas possibilidades levei um tempinho para decidir o que trabalhar primeiro, mas no fim das contas eu optei por falar sobre linux, software livre, e fechei com atividades práticas sobre o pacote educativo GCompris.
Sobre o Linux eu inclusive postei um artigo no fim de semana mesmo. Hoje vou apresentar o GCompris. O texto abaixo foi copiado na íntegra do próprio site.
Clique em Mais Informações (abaixo) para ler o texto na íntegra. O pacote vale muito a pena, e a instalação é bem prática, inclusive para quem ainda utiliza o windows (nesse caso você consegue baixar apenas uma parte das atividades -87 se não me engano- ou pode fazer uma contribuição em dólares para baixar o pacote completo).
Ah! Como o software possui código aberto, caso você tenha conhecimentos em programação poderá inclusive editá-lo conforme sua necessidade.
Espero que gostem!
Abraços,
Van



GCompris é um software educacional que apresenta diferentes atividades para crianças de 2 a 10 anos de idade.

(JPEG)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

De onde veio o Linux?

Olá, Pessoal!
Algumas pessoas tem me perguntado como surgiu o Linux, porque há tantas 'versões' (na verdade se chamam distribuições), e coisas do tipo.
Para ajudar a sanar algumas dessas dúvidas, localizei o artigo abaixo e o copiei na íntegra para cá.
Espero que gostem da leitura!
Grande abraço,
Van


O que é Linux


Linux é ao mesmo tempo um kernel (ou núcleo) e o sistema operacional que roda sobre ele, dependendo do contexto em que você encontrar a referência. O kernel Linux foi criado em 1991 por Linus Torvalds, então um estudante finlandês, e hoje é mantido por uma comunidade mundial de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, a HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um desenvolvedor reconhecido mundialmente e mais representativo integrante da Linux Foundation.

O Linux adota a GPL, uma licença de software livre - o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo, nos termos da licença. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox, os softwares do sistema GNU e oOpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para desktops, servidores e sistemas embarcados.
Acima você vê 4 telas do sistema operacional Linux em ambiente PC desktop. Mas o sistema funciona em dezenas de outras plataformas, desde mainframes até relógios de pulso, passando por várias arquiteturas: Intel, StrongARM, PowerPC, Alpha etc., com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handhelds, PVR, videogames e centrais de entretenimento - nos quais há expoentes como o sistema Android, mantido pelo Google.

O que é Linux

por Augusto Campos
Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:
  • O que é Linux
  • Linux ou GNU/Linux
  • O kernel Linux
  • O sistema operacional Linux (ou GNU/Linux)
  • Como fazer download ou adquirir o Linux
e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Leia também O que é uma distribuição de Linux e a FAQ BR-Linux - Lista de Perguntas Freqüentes.

Linux ou GNU/Linux?

Free Software Foundation advoga que o sistema operacional formado pelo núcleo Linux e o conjunto de utilitários e aplicativos que incluem aqueles desenvolvidos pelo seu projeto GNU deve ser chamado de GNU/Linux, e não simplesmente de Linux. A questão tem sido objeto de intensosdebates há anos, sem que um posicionamento geral e definitivo seja alcançado.
Naturalmente a posição da FSF não é a única existente. São conhecidas as declarações de Linus Torvalds (que acharia interessante a existência de uma distribuição chamada GNU Linux e mantida pelo projeto GNU), de Eric Raymond e de John Dvorak, entre outros. Há ainda uma interessante citação da própria FSF afirmando que um nome como GNU/X11/Apache/Linux/TeX/Perl/Python/FreeCiv seria absurdo, portanto é necessário estabelecer um limite. Mas, diz ela, "Não pode ser justo dar todo o crédito para uma contribuição secundária (Linux) enquanto se omite a contribuição principal (GNU)." Outra citação digna de nota vem de um editorial do veterano Linux Journal: "Talvez Richard Stallman esteja frustrado porque Linus recebeu as glórias por ter feito aquilo que Stallman pretendia fazer."

O kernel Linux

(inclui trechos da Wikipédia)
Inicialmente, o kernel Linux foi desenvolvido como um hobby por Linus Torvalds (então um estudante) com o objetivo de desenvolver seu próprio sistema operacional "Unix-like" que rodasse em processadores Intel 80386. Linus chegou a estudar o Minix, um sistema similar de autoria do famoso acadêmico Andrew Tanenbaum, mas não ficou satisfeito com a arquitetura deste (que não era um software livre, inclusive) e resolveu criar o seu próprio sistema. O projeto Linux foi publicamente lançado em 1991 em uma famosa mensagem para a Usenet.
Hoje o Linux é um kernel híbrido monolítico. Drivers de dispositivo e extensões do kernel tipicamente rodam com acesso total ao hardware, embora alguns rodem em espaço de usuário. Ao contrário dos kernels monolíticos padrão, os drivers de dispositivo são facilmente configurados como módulos, e carregados e descarregados enquanto o sistema está rodando. Também ao contrário de kernels monolíticos padrão, drivers de dispositivo podem ser pré-inseridos sob certas condições. Essa última característica foi adicionada para corrigir o acesso a interrupções de hardware, e para melhorar o suporte a multiprocessamento simétrico.
Embora Linus Torvalds não tenha tido como objetivo inicial tornar o Linux um sistema portável, ele evoluiu nessa direção. Linux é hoje, na verdade, um dos kernels de sistema operacional mais portados, rodando em sistemas desde o iPaq (um computador portátil) até o IBM S/390 (um volumoso e altamente custoso mainframe), passando por várias arquiteturas: Intel, StrongARM, PowerPC, Alpha etc., com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handhelds, PVR, vídeogames e centrais de entretenimento.
De qualquer modo, é importante notar que os esforços de Linus foram também dirigidos a um outro tipo de portabilidade. Portabilidade, de acordo com Linus, era a habilidade de facilmente compilar aplicativos de uma variedade de origens no seu sistema; portanto o Linux originalmente se tornou popular em parte devido ao esforço para que fosse fácil fazer com que códigos de aplicativos disponíveis para outros sistemas (inclusive no Unix e no sistema GNU) rodassem no Linux.
Hoje, Linus Torvalds continua a dirigir o desenvolvimento do kernel, enquanto outros subsistemas (como ferramentas de desenvolvimento, ambientes gráficos e aplicativos) são desenvolvidos independentemente. A tarefa de integrar todos estes componentes para formar um sistema completo é desempenhada pelas empresas e organizações que mantêm distribuições de Linux.

O sistema operacional Linux (ou GNU/Linux)

(inclui trechos da Wikipédia)
Logo que Linus Torvalds passou a disponibilizar o Linux, ele apenas disponibilizava o kernel (núcleo) de sua autoria juntamente com alguns utilitários básicos. O próprio usuário devia encontrar os outros programas, compilá-los e configurá-los e, talvez por isso, o Linux tenha começado a ter a fama de sistema operacional apenas para técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC (Manchester Computer Centre), a primeira distribuição Linux, feita pela Universidade de Manchester, na tentativa de poupar algum esforço na instalação do Linux.
Hoje em dia, um sistema operacional Linux completo (ou uma "distribuição de Linux") é uma coleção de softwares (livres ou não) criados por indivíduos, grupos e organizações ao redor do mundo, tendo o Linux como seu núcleo. Companhias como a Red Hat, a Novell/SUSE, a Mandriva (união da Mandrake com a Conectiva), bem como projetos de comunidades como o Debian, o Ubuntu, o Gentoo e o Slackware, compilam o software e fornecem um sistema completo, pronto para instalação e uso.
As distribuições de GNU/Linux começaram a ter maior popularidade a partir da segunda metade da década de 1990, como uma alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de pessoas acostumadas com o Unix na escola e no trabalho. O sistema tornou-se popular no mercado de servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados, inclusive no ambiente corporativo - onde também começou a ser adotado em desktops especializados.
No decorrer do tempo várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicativos e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem em um disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existem até algumas que tem versões em DVD. Cada uma tem seu público e sua finalidade.
Veja também a questão O que é uma distribuição de Linux.

Download ou aquisição do Linux

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Verifique na ajuda do seu programa favorito de gravação de CDs como fazer para gravar a partir de uma imagem ISO - quase todos os programas populares dispõem deste recurso, e a operação em geral é simples.
Algumas distribuições (como o Knoppix e o brasileiro Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - é uma boa forma de ter seu primeiro contato.
Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas - até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais brasileiras como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.
Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida - às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.
Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.
Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download.

CAMPOS, Augusto. O que é Linux. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/faq-linux>. Consultado em 17/06/2013.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Reta final!

Olá, turmas!
Estamos na reta final de nossa caminhada semestral... Fico desde já com gostinho de quero mais, principalmente quando penso em tudo o que discutimos e em tudo o que foi construido.
Pena que nosso semestre seja breve para tantas possibilidades e que tenhamos tido tão pouco tempo para tratar de tema tão urgente.
Coloco então diante de vocês um último desafio (último se considerarmos a avaliação, mas há tantos outros que está longe de ser efetivamente o último).
Meu convite é que nos lancemos no desafio de elaborar uma proposta de trabalho com a informática na educação infantil, que rompa com as barreiras daquela abordagem fragmentada que tanto questionamos em sala.
Não é preciso fazer um planejamento detalhado, mas pensar em linhas gerais o que seria para você um trabalho de fato coerente com a ideia de que a informática precisa ser instrumento de criação de uma outra cultura na escola, que não basta simplesmente inserir a máquina na sala de aula... Lembram que falamos longamente sobre esse assunto? Pois bem, agora é hora de colocar a mão na massa e pensar no que nós professores podemos fazer.
Vamos lá!
Abraços,
Vanessa


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Atividade 07

Oi, alunos e alunas!
Aqui vai o roteiro da atividade que faltava.
A última atividade que realizamos no laboratório de informática consistia em um planejamento voltado para a área de conhecimento lógico-matemático.
Segue então a atividade:

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Trabalho de Campo


Pessoal, dadas algumas dificuldades em acessar o material no SGA, colei abaixo a orientação do trabalho de campo. Clique em Mais Informações para ver o roteiro.
Abraços!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Atividade 06

Boa noite, alunos e alunas!

Aqui está nossa atividade número 06. Peço a todos que confiram se estão com todas as atividades encaminhadas, pois começarei a avaliá-las nesse fim de semana!

Vamos lá então: